Não cabe em mim
Ser alguém.
Se sou eu, poesia.
"Quem tu és?"
Eu sou o não ser.
O devir,
Em mim, não existe.
O nada é constante.
Constantemente cheio de vazios
E lembranças.
E lembranças.
Essa sou eu!
A junção dos fragmentos de mim mesma
E de versos [ainda] não preenchidos.