quinta-feira, 9 de julho de 2015

Ser.

Não cabe em mim
Ser alguém.
Se sou eu, poesia.

"Quem tu és?" 
Eu sou o não ser.
O devir,
Em mim, não existe.

O nada é constante.
Constantemente cheio de vazios
E lembranças.
Essa sou eu!
A junção dos fragmentos de mim mesma
E de versos [ainda] não preenchidos.